Penso que Velázquez estava pintando um quadro com a imgem da infanta,por isso a fiz assim!Atenção! É proibido rir.... hehehehhehe
sexta-feira, 5 de outubro de 2007
Minha releitura!
Penso que Velázquez estava pintando um quadro com a imgem da infanta,por isso a fiz assim!Atenção! É proibido rir.... hehehehhehe
Releitura Vélazquez por Artur Madruga

Portanto, em sua essência, o eixo principal não é a Infanta, mas o próprio pintor, o criador, o que impõem a suspensão da cena e a sua linguagem. O que liberta a cena às probabilidades interpretativas. Não para o seu tempo, mas para todos os tempos possíveis. O que guarda a chave e o segredo do jogo de espelhos que pinta. No fundo o espelho não determina, apenas sugere. Pinta os reis ou pinta a si mesmo? Sua consciência de dívida para com seus mecenas? Enigma. Justifico a minha releitura ao trazer para o centro da cena o autor, colocando as imagens à esquerda e à direita, como simetrias que se refletem nos espelhos, o restante dos elementos. Um jogo que se busca harmônico. Verde e vermelho – em oposição, reescrevem as sombras e as luzes. Artur Cristóvão Madruga Martins.
Releitura da Obra de Diego Velázquez
Justificativa:
O pintor estaria retratando os reis Felipe IV e Mariana da Áustria na tela e a imagem dos dois aparece refletida no espelho, parte que recortei a cima para fazer essa releitura. Observei que o dito "espelho" reflete uma luminosidade muito intensa, diferente da observada nas outras telas que aparecem nas paredes da cena.
Abraços, Ivana.
Releitura de "As meninas"

Colegas, esse é o desenho que fiz como se fosse o pintor Diego Velázquez. Coloquei as imagens do casal real para que saibam como surgiu minha inspiração.
Gostaria de compartilhar com vocês esse trecho da dissertação de mestrado de Ricardo Coelho:
Gombrich ao descrever este quadro usa o mesmo eixo da leitura de Foucault (1), ou seja, atribui ao espaço externo o tema da pintura. Vemos o que os reis viam; e o motivo do quadro que Velázquez executa no grande salão, na tela da qual vemos apenas o verso, são os próprios reis. O tema da pintura, numa jogada ardilosa de Velázquez, é inserido/revelado num reflexo ao fundo da sala num espelho que não pode existir como reflexo do espaço real segundo o próprio Foucault.
E Gombrich se pergunta e nós podemos tomar como nossa a sua dúvida:
"O que significa exatamente tudo isso? É possível que nunca o saibamos, mas eu gostaria de imaginar que Velázquez fixou um momento real de tempo muito antes da invenção da máquina fotográfica. Talvez a princesa tenha sido trazida à presença de seus régios pais a fim de aliviar o tédio da longa pose para o quadro, e o rei ou a rainha comentasse com Velázquez que ali estava um tema digno do seu pincel. As palavras proferidas pelo soberano são sempre tratadas como uma ordem e, assim, é provável que devamos essa obra prima a um desejo passageiro que somente Velázquez seria capaz de converter em realidade.(2)"
1) FOUCAULT, Michel. As palavras e as Coisas: Uma arqueologia das ciências humanas. Tradução de Salma Tannus Muchail. 8º ed. São Paulo: Martins Fontes, 1999. (Coleção tópicos)
(2) GOMBRICH, E.H.. A História da Arte (15º edição). Tradução de Álvaro Cabral. Rio de Janeiro(RJ): Editora LTC,1993. p.321,323
Releitura
Releitura de "As meninas" de Diego Velázquez
Sinto que Velázquez foi um homem à frente de seu tempo, criativo e determinado. Acredito que, se fosse no nosso tempo, ele teria um estilo mais despojado. Creio que foi um homem sem discriminação, pois retratava nobres, criados, religiosos e anãos (que sempre foram vistos com certo preconceito) num ambiente hospitaleiro. Parece ter sido um homem muito religioso, e pelas obras que pintou, vejo que ele tinha uma admiração pela essência do Cristianismo. Por isso acredito que fosse um homem que saberia misturar raças, classes e religião sem distinções.
quarta-feira, 3 de outubro de 2007
terça-feira, 2 de outubro de 2007
Galeria Virtual de Artes Visuais

"O ser humano é por natureza um ser criativo. No ato de perceber, ele tenta interpretar e, nesse interpretar, já começa a criar. Não existe um momento de compreensão que não seja ao mesmo tempo criação. Isto se traduz na linguagem artística de uma maneira extraordinariamente simples, embora os conteúdos sejam complexos”.
Fayga Ostrower
Existe uma estreita relação entre o ver e o fazer. Ao observar as produções dos colegas, a criança refaz a imagem, lhe atribui significados e amplia suas possibilidades criativas.Esta troca se faz primordial na formação do senso crítico e no desenvolvimento da apreciação estética.





